Transporte Marítimo Nacional (Navegação Mercantil Nacional)

setembro 22, 2012

O transporte marítimo de cargas sempre foi uma opção considerada em negócios internacionais. É uma boa escolha (dependendo do produto a ser transportado e o prazo de entrega). É barato, seguro e eficiente. Um inconveniente é o transit time (tempo de trânsito entre o porto de origem e destino para entrega da mercadoria). Mesmo que a opção de transporte marítimo não seja considerada em alguns casos, ele é a principal modalidade de transporte usada em comércio exterior. As mercadorias são embarcadas conforme o seu tipo em navios cargueiros, graneleiros ou navios especiais.

Existem dois tipos de transporte marítimo, a saber, são eles: internacional e nacional.

No Brasil, o transporte marítimo internacional é o grande responsável pelo fluxo de bens escoados e recebidos do exterior. Não se pode comparar volume de cargas entre transporte marítimo e transporte aéreo. Áreas diferentes, clientes, preço e prazo diferentes.

Em breve escreverei algum tópico discutindo taxas e sobretaxas cobradas no transporte marítimo internacional, no momento gostaria de compartilhar com vocês definições de transporte marítimo nacional ou como também é conhecida: navegação mercantil nacionalizada. São elas:

  1. Navegação de Cabotagem: É a navegação entre portos brasileiros.
  2. Navegação Interior: É a navegação lacustre e fluvial.
  3. Navegação de Grande Cabotagem: É a navegação entre portos brasileiros até os portos do Rio da Prata e das Guianas.
  4. Navegação Portuária ou de Porto: É a navegação entre os limites portuários pelos rebocadores, chatas, etc.
  5. Navegação de Alto-Mar: É a navegação para fins especiais; Exemplo: pesca.

A Navegação de Longo Curso é a navegação entre portos brasileiros e portos estrangeiros realizando o transporte internacional de bens e com características próprias. No próximo tópico irei abordar as principais características da Navegação de Longo Curso.

Forte abraço!

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Breve relato histórico: Despachante Aduaneiro

setembro 18, 2012

Prezados leitores, amigos, visitante.

Faz tempo que não escrevo.

Sinto necessidade extrema de compartilhar conhecimento adquirido.

Em junho concluí o curso superior: Relações Internacionais.

Sem interromper os estudos, navegando descobri o site da Abracomex, que para minha surpresa havia um curso de Formação de Despachante Aduaneiro em Ribeirão Preto, na Unip.

Logo fiz a matrícula dentro do prazo para obter a bolsa de capacitação profissional e garantir o desconto. Isso é bom né? Muito bom.

Em Ato Declaratório publicado no Diário Oficial da União, 8 de agosto de 2008, fui nomeado ajudante de despachante e publicado o meu registro aduaneiro. Como ajudante, sempre quando questionava alguém para saber de forma correta  a origem do Despachante Aduaneiro e compreender melhor a sua importância  dentro do cenário profissional, a resposta obtida sempre foi a mesma: caixeiros viajantes instalados no porto, a profissão evolui até aqui e você precisa saber mais sobre o que? Só isso? Sim! Não me contentava.

O que causava desconforto era não saber de que forma, em que momento da história nasce a profissão, e como ocorre a evolução histórica até o que se conhece da profissão nos dias de hoje.

Momento confessionário: Depois de muito tempo abri os olhos, e percebi que sempre fazia escolhas erradas influenciado por outras pessoas. Decidi  chegar mais longe, mover montanhas, acertas nas escolhas. Encontrei no curso de especialização algo que poderia contribuir não só para a minha formação profissional como também para melhor remuneração financeira: conhecimento adquirido torna-se valor incomparável.

Então tá Fernando, voltando…

Que a profissão de despachante aduaneiro é oriunda do caixeiro, é inconteste.

Mas em que momento da história o profissional passa a ser reconhecido como peça fundamental e necessária para a balança comercial do país?

Para entender melhor, usarei a velha didática da história contada.

Tudo começou em 1850, quando o imperador  Pedro II promulga o “Primeiro Código Comercial” brasileiro, em 25 de junho. Nele continha citações sobre caixeiros, estes, munidos de nomeações, em nome de tal, praticava atos alfandegários, relativos ao despacho daquela época (ex. recebimento de compras do exterior.).

Após Primeiro Código Comercial Brasileiro publicado,  em 1860 é publicado o “Regulamento das Alfândegas e Mesas de Rendas”, que equipara-se os poderes de duas figuras, criando ao lado dos caixeiros, a figura do despachante aduaneiro.

16 anos depois da primeira publicação do Regulamento das Alfândegas, é publicado a “Nova Consolidação das Leis das Alfândegas e Mesas de Rendas”, e desta vez cria a figura do ajudante de despachante aduaneiro. O ajudante de despachante possuía poderes limitados e não estava apto à assinar notas, recibos, quitações. Documentos de qualquer espécie financeira, somente administrativa, e mesmo assim de forma limitada. Para entender melhor: Ajudante de Despachante = Espécie antiga semelhante ao oficce boy de luxo. Os ajudantes eram nomeados por repartições regionais através dos seus respectivos chefes.

Mas e daí? E eu com isso?

Você me pergunta: – Eu quero saber como tudo está hoje?

Revisando: Primeiro nasce a figura do Caixeiro, ao lado deste, o despachante, logo em seguida, o ajudante.

A profissão sempre foi repensada e discutida desde 1850, enquanto objeto de estudo quanto ao código, regulamento e consolidação de leis.

Em 1932 acontece uma grande mudança que demonstraria a importância da profissão e elevaria o status quo do profissional. Torna-se necessário ser nomeado pelo Presidente da República para exercer tal função, a saber: despachante aduaneiro. Claro, mediante aprovação em prova prática e teórica. (conf. Decreto 22.104 /17-11-1932).

Mas é na década de 60 que ocorre as mudanças curiosas. Em dois anos uma discussão sobre como caracterizar o despachante. Primeiro, define-se que o profissional é opcional, depois, que é obrigatório, e retorna ao estado inicial, o despachante aduaneiro é facultativo. De forma sucinta:

Antes, em 1962  instituí-se o Sistema do Terço.

“Em 1962, com a Lei n° 4.069, de 11.06.62, (artigo 39 que modificou o  artigo 42 do DL n°4.014/42), apurou-se o sistema de pagamentos de comissões a Despachante. Criou-se o sistema do terço. As importâncias arrecadadas que excediam os tetos correspondentes fixados na Lei n° 2879, de 21.09.1956,  eram calculadas separadamente nos respectivos despachos e levantadas pelos Sindicatos de Despachantes Aduaneiros , da seguinte forma: 1/3 para o  despachante que executar o serviço; 1/3 para distribuição em partes iguais entre os demais despachantes, sindicalizados ou não; 1/3 para os ajudantes, sendo 50%  para o ajudante que atuou no serviço e 50% para distribuição em partes iguais  aos demais ajudantes.”
(http://www.plusbrasil.com.br/publiquese/imprimir.cfm?noticia=42)

Entre 1967 e 1968 a discussão fudamenta-se sobre qual forma deveria ser recolhido os honorários recebidos pelo despachante aduaneiro.

Em 1967, define-se que o despachante é opcional e que os seus honorários devem ser livremente contratados e pagos diretamente aos profissionais.

Ano seguinte, define-se que o despachante é obrigatório e os seus honorários devem ser pagos ao sindicato.

No mesmo ano declara-se que o despachante é facultativo, e assim são criadas as primeiras comissárias de despacho aduaneiro que mediante procuração de seus clientes concede poder ao despachante aduaneiro e seu ajudante, para realizar operações relacionadas ao despacho aduaneiro de mercadorias e bens, bagagens e serviços.

O objetivo deste blog é difundir informação e compartilhar conhecimento de forma rápida e objetiva. Portanto, não será detalhado as mudanças que ocorreram entre 1968 até 2000 por considerar que as alterações foram de pouco valor simbólico e histórico para a profissão de despachante aduaneiro. Praticamente, durante 30 anos não houve mudanças importantes.  Mastiguei a história e a origem do despachante aduaneiro e de seus ajudantes para que você pudesse saber que aquela pessoa que emite  a D.I. também é gente, e ainda existe muita história na feijoada.

O curioso é que, da mesma forma que em 1932 foi instituída prova teórica e prática, em 2009, através do Decreto 6.759 e suas posteriores alterações Decreto 7.213 de 15/06/2010, o processo para tornar-se despachante aduaneiro encontra-se congelado pela Receita Federal. Nada foi publicado sobre o tema para orientar sobre o formato e conteúdo da prova que deve ser aplicada.

Prezado leitor, enquanto não obtemos boas novas sobre como tornar-se despachante aduaneiro nos dias de hoje, espero que tenha sido divertido conhecer um pouco mais sobre a profissão de Despachante Aduaneiro, e que eu tenha contribuído de alguma forma para a difundir o conhecimento de matérias relacionadas ao comércio exterior.

Assim que for publicado algo sobre o tema, mastigo e mostro como deverá ser a nomeação.

Até a próxima, sigam-me os bons!

Saudações comex.


Atualização do Blog Comex Inteligente

setembro 6, 2012

“Quando a gente ama é claro que a gente cuida”

Lembrei da canção na voz do Fábio Junior e aqui estou, de volta ao blog.

Espero que todo e qualquer comentário ou e-mail que eu tenha recebido tenha sido respondido com atenção e carinho cada questão.

Sábado será postado um tópico que envolve a história do despachante aduaneiro e a sua importância para o desenvolvimento econômico do Brasil.

Até lá!

Não se esqueça: – a sua visita é muito importante!

http://www.youtube.com/watch?v=3At8ltjRT30&feature=related


13 maneiras eficazes de desmotivar alguém. Se você tem esse dom, utilize com eficiência; e o fracasso da sua empresa será questão de tempo.

janeiro 10, 2010

Por Daniel Godri Jr *

Não sou supersticioso, mas geralmente, com exceção do Mário Jorge Lobo Zagallo, o número 13 é visto como um número associado ao azar. Isto é tão verdade que em alguns países não existem o 13º andar nos prédios e nem a poltrona de número 13 nos aviões. Sendo ou não um número do azar, aqui vão 13 dicas que se bem usadas com certeza lhe trarão um azar profissional muito grande: O fracasso como líder e conseqüentemente o seu fracasso profissional.Vamos a elas:

1 – Não dê confiança a uma pessoa.

Quando não damos confiança a uma pessoa estamos praticamente deixando claro que sabemos que um dia ela irá nos trair. É como se eu dissesse a alguém de maneira indireta “Olha eu estou de olho em você, sei que se der mole você vai me sacanear!” Por incrível que pareça não confiar é a melhor maneira de ser sacaneado. A pessoa pensa “Bem, já que ele espera que eu faça isso, é isto que eu vou fazer!” Claro que confiança nunca foi sinônimo de falta de prudência. É lógico que não vou contratar como financeiro da minha empresa alguém em quem eu não confie, mas existem muitos níveis de confiança para serem praticados.

2 – Trate-a como um número.

Quando tratamos as pessoas simplesmente como um número produtivo que pode ser substituído a qualquer momento criamos pessoas individualistas, que não entendem seu papel no processo produtivo. Além disso, a falta de confiança é apontada como sendo uma das principais causa da desmotivação no trabalho.

3 – Não ouça suas opiniões e pode-a toda hora.

Além de minar a criatividade, podar as opiniões e não ouvir as pessoas deixam-as desanimadas e imparciais a situação da empresa. Não espere que agindo assim seus funcionários fiquem alguns minutos a mais por dia trabalhando ou que “vistam a camisa da empresa”. Só se sente participante quem opina e vê que ao menos suas sugestões são ouvidas sem interrupções e preconceitos.

4 – Quando uma pessoa errar diga pra ela que você sabia que isto ia acontecer.

Ah eu sabia que você não era capaz! Esta é uma maneira poderosa de desmotivar uma pessoa e fazer com que ela desconfie do seu potencial não chegando a se desenvolver. Uma pessoa que ouve muito isto se torna temerosa. Lembro-me de um colega no primeiro grau que todo jogo (todo jogo mesmo!!!) fazia um gol contra. Antes do jogo começar as pessoas já diziam: “Ei, o Fulano fica para o time de vocês!” O nervosismo do rapaz em não fazer gol contra era tão grande que advinhem!? Ele acabava fazendo gol contra.

5 – Não reconheça os acertos das pessoas.

Embora eu também acredite que as pessoas devem ser as melhores naquilo que fazem independente de qualquer outro motivo tenho a certeza de que reconhecimento é muito importante. É através deste “reforço positivo” que deixamos claro do que gostamos e incentivamos estas atitudes para que se repitam. Deixamos claro que estamos observando as pessoas e que nos preocupamos com suas atitudes. Também mostramos que não vemos só as deficiências, mas também valorizamos os acertos e idéias criativas.

6 – Quando a pessoa tiver uma idéia brilhante diga que ela é paga para isto mesmo.

É melhor dar uma cacetada em alguém do que dizer isto. Certamente você que esta lendo este artigo deve estar pensando. Ai, vou enviar este artigo pro meu chefe. Ou ainda vou imprimir um papel deixar na mesa dele e sair correndo. Claro que as pessoas são pagas para terem um bom desempenho, mas isto não significa que devem ser desvalorizadas e esnobadas por isto. Na verdade, a mesma pessoa que fala coisas deste tipo é a mesma que diz que na sua empresa o funcionário “não deve pensar” somente trabalhar. Só tenho uma coisa a dizer sobre estas pessoas: Faça uma previdência privada bem gorda. E urgente!

7 – Brigue muito por pouca coisa.

Existem gerentes e pessoas que são os verdadeiros chatos. Brigam com o funcionário por 2 minutos de atraso que só aconteceu em 6 meses. Querem a cafeteira virada para o norte, querem que a funcionária use batom rosa em vez do vermelho e coisas deste tipo.

8 – Use dois pesos e duas medidas.

Uma excelente maneira de desmotivar pessoas é em uma mesma ou similar situação tratar duas pessoas de maneiras distintas. Uma é exaltada a outra é xingada e, no entanto, a situação é parecida. Isto faz com que as pessoas comecem a perceber que as panelinhas se dão bem naquela empresa. Elas tentarão entrar para panela, custe o que custar, ou abandonarão a sua empresa ou, pior ainda, começarão a sabotá-la.

9 – Seja relaxado e faça de conta de que não está nem aí.

Pior que o chato é aquele que é alheio a todas as coisas. Não está nem aí com resultados, com nada. Nem com a funcionária ligando pro namorado no Japão, nem paro garoto jogando paciência em horário de trabalho. Isto desmotiva porque os funcionários percebem que se nem o dono entrou no barco porque eles deveriam entrar?

10 – Ache-se superior as pessoas.

Alguns se esquecem de que cargos, cartões de crédito, carros, são simplesmente coisas. Esquecem-se que mais importante do que TER é SER uma pessoa excelente. Talvez acreditem que vivam mais por terem cargos gerenciais ou de diretoria. Não é porque temos mais que somos mais. Existem dois tipos de pessoas que desmotivam as pessoas desta maneira: aqueles que pensam que são deus e aqueles que tem “certeza” que são deus.

11 – Seja indiferente com elas.

Não responda quando lhe cumprimentarem, não olhe as pessoas nos olhos, finja que não as conhece e nem se dê conta da presença delas.

12 – Xingue-as e critique-as na frente dos outros.

Chame-as de “burro”, ignorantes, irresponsáveis, incapazes. Pior, faça isto com freqüência e em voz alta na frente dos outros. É uma das maneiras mais eficazes de fazer com que os índices de suicídios aumentem.

13 – Diga para uma pessoa que ela é um erro, que tudo o que ela faz dá errado.

Esta é uma das formas eficazes de incutir em uma pessoa o gene do fracasso. Quando dizemos a uma pessoa que ela é um erro lhe tiramos o seu valor. E quando isto acontece, as pessoas começam a se “vender” por pouco. Por muito pouco largarão o emprego, por muito pouco poderão roubar e desviar dinheiro e enfim, por muito pouco já não se interessarão pelo bem estar da companhia.

E então 13 é um numero comum, da sorte ou do azar?
Talvez seja um ou outro dependendo da sua decisão.


Vergonha na cara! Isso é Boris Casoy!

janeiro 3, 2010

É amigos, a revolta no meu peito se acende diante de alguns homens. É uma indignação que não cabe no meu peito. Explode a revolta e os sentimentos são turbilhados a mil. E você ainda não entendeu bulhufas do meu raciocínio? Com  palavras ao vento realmente será muito difícil compreender a minha revolta. Tudo bem, eu faço questão de explicar para que nenhuma vírgula fique sem sentido.

No dia 31/12/2009 a Bandeirantes (emissora de tv) transmitia o Jornal da Band (como de costume) e entre notícias e intervalos, pessoas deixavam votos de boas novas para um novo ano que em poucas horas seria desbravado. O tal feliz 2010, aquele feliz ano novo que de novo não tem nada. Seria tudo mais do mesmo se não fosse o inesperado.

Um cidadão chamado Boris Casoy, conhecido pelo povo brasileiro, que se julga “formador de opinião”, em rede nacional mostrou quem realmente é, e qual a sua verdadeira face diante da transparência moral exposta deixada através de audio que foi vazado. Sem maquiagem, luzes ou aquele poder desmensurado que uma camêra de tv  exerce sobre as pessoas (essa mesma camêra que deixa pessoas atônitas e influi informações distorcidas na massa encefálica do povo brasileiro transformando o certo no errado e o errado em certo) mostrou a pessoa arrogante, prepotente, orgulhosa e preconceituosa que é esse homem chamado Boris Casoy, e que infelizmente desdenhou de quem realmente faz este Brasil acontecer.

Prezados amigos e inimigos, gostaria de lembrar que este mesmo Boris Casoy foi mediador no debate de 1989 entre Lula e Collor e abordou o tema “economia” e esteve a todo momento favorecendo o candidato Collor com perguntas formuladas por ele e a produção para prejudicar a imagem de Lula impedindo a população de pensar por si só e escolher o melhor candidato.

Pois é meu amigo, é este mesmo Boris Casoy (que ajudou a distorcer ideias no debate de 89 e manipulou a edição  para angariar votos para Collor) que estou aqui perdendo preciosos minutos para expressar a minha revolta com ele através deste texto.

Amigo leitor, agora você vai entender a minha revolta.

Enquanto estava sendo veículada felicitações de dois garis desejando um feliz 2010 aos telespectadores brasileiros vazou o audio de uma conversa em “off” de Boris Casoy e Joelmir Betting. Leia você o comentário que este infeliz fez sobre os dois garis e tire suas próprias conclusões:

Boris Casoy: Que m… Dois lixeiros desejando felicidades… Do alto de suas vassouras…Dois lixeiros…O mais baixo da escala do trabalho…”

 

Cria vergonha na cara Boris Casoy!

“Boris Casoy: Que m… Dois lixeiros desejando felicidades… Do alto de suas vassouras…Dois lixeiros…O mais baixo da escala do trabalho…”

Amigo, agora você pode entender a minha revolta? Como um homem público que trata de notícias diárias pode ter um pensamento tão baixo e mesquinho como este? Será que este infeliz não vê a miséria exposta no dia-a-dia do povo brasileiro? Ou será que nós brasileiros não precisamos de honrados garis que fazem o trabalho limpo de uma grande cidade?

Sujo? Como classificar este homem que nos mostra do que é feita as suas opiniões chulas através de um audio vazado? Ética?  De qual este homem se utiliza para discernir a honra de um homem e a importância do seu trabalho com este comentário? E ainda tem a cara lavada de usar este bordão: – Vergonha na cara!

Confira o video:

E o pior de tudo não é a imprensa brasileira que sempre esteve manipulando e distorcendo notícias diárias e informações diversas favorecendo grupos políticos, pessoas com o seu podre poder e grupos econômicos privados. O pior de tudo é este tipo de gente que faz da imprensa este lamaçal diário.

Da próxima vez que você assistir o Jornal da Band, ou ver a face de Boris Casoy estampada na tela ou em algum jornal impresso, lembre-se bem das palavras dirigidas aos nossos honrados garis:

Boris Casoy: Que m… Dois lixeiros desejando felicidades… Do alto de suas vassouras…Dois lixeiros…O mais baixo da escala do trabalho…”

VERGONHA NA CARA BORIS CASOY!
UM PEDIDO DE DESCULPAS FORÇADO NÃO CONVENCE NINGUÉM”


Secex divulga agenda internacional para 2010

dezembro 30, 2009

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou em seu site a Agenda Internacional com as atividades previstas para 2010. No grupo de atividades, os principais destaques são seis missões comerciais a países como Colômbia, Peru, México, Chile, Canadá, Sudeste Asiático e ao Leste Europeu. As missões contemplarão setores, nos quais o Brasil tem grande potencial exportador. Além disso, será realizado um match-making para os empresários que integrarem as missões do governo.

Reuniões com os principais parceiros comerciais também continuam previstas para o ano que vem, por meio de comissões bilaterais, comitês conjuntos e outros instrumentos de diálogo mantidos com órgãos governamentais de diversos países como Argentina, Bolívia, Paraguai, Chile, Colômbia, México, Peru, Uruguai, África do Sul, e Alemanha, Cingapura, China, Coréia do Sul, França, Índia, Japão, Rússia e Ucrânia.

Ainda estão na lista de ações para 2010, novas parcerias, principalmente, com economias emergentes e com potencial de crescimento do comércio. Em 2009, foi criada a comissão de monitoramento do comércio bilateral Brasil/Venezuela e já existem tratativas com Indonésia e Turquia para instalação de foros semelhantes.

Breve balanço de 2009

Neste ano, foram alcançados alguns resultados importantes como a liberalização de uma quota de açúcar para o Brasil pela Ucrânia, a isenção de tarifa para o óleo de soja na Índia, a assinatura de um Memorando de Cooperação entre o Inmetro e o National Metrology Institute of Japan (NMIJ).

As reuniões bilaterais são importantes instrumentos para a resolução de impasses pontuais. Para se ter uma idéia, em 2009 foram resolvidas diversas pendências que dificultavam ou impediam o fluxo comercial entre o Brasil e outros países. Com as gestões do MDIC nesse foro, foi possível também aumentar a tarifa de importação para produtos lácteos, demanda do setor produtivo nacional.

Já com a Argentina, as reuniões são freqüentes, e envolvem discussões sobre temas apontados pelos dois lados. Com o principal parceiro comercial na América Latina, a Argentina, ainda foram realizadas trocas de informações sobre abertura de investigações antidumping de calçados e pneus chineses, além de várias reuniões setoriais. Outros assuntos que estão presentes na pauta dessas reuniões são temas técnicos como harmonização estatística e exportação de serviços.

Em março deste ano, a Secex realizou uma missão comercial ao Chile, que contou com a participação de outros órgãos do MDIC, Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), Ministério das Relações Exteriores (MRE) e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), parcerias que possibilitaram a realização de eventos público-privados e rodadas de negócios.

No mês de setembro, cerca de 30 empresários de setores de alimentos, calçados, carnes, aviação e construção civil participaram de missão à Turquia, Uzbequistão e Cazaquistão, em que foram realizados negócios imediatos de aproximadamente US$ 70 mil, com perspectivas de geração de transações futuras estimadas em mais de US$ 31 milhões, nos 12 meses seguintes. No encontro entre representantes governamentais foram tratados temas como investimentos, promoção de comércio, barreiras sanitárias e fitossanitárias e inovação tecnológica.

Maiores informações:

http://www.desenvolvimento.gov.br/comercio-exterior/agenda.php

fonte: MDIC


As 7 leis do sucesso

dezembro 30, 2009

Porque algumas pessoas são mais bem-sucedidas e outras não? Porque algumas conseguem atingir seus objetivos e sonhos enquanto outras passam à vida inteira sem alcançar o que desejam? Leia abaixo as 7 leis do sucesso que o ajudaram a fazer escolhas certas e levar uma vida plena e repleta de grandes conquistas.

Lei do Otimismo

Uma atitude mental positiva é essencial para o sucesso e a felicidade em cada área da vida. Sua atitude é uma expressão de seus valores, suas crenças e expectativas.

Lei da Responsabilidade

Você está onde está e é o que é por causa de si mesmo. Você é totalmente responsável por tudo o que é, por tudo o que tem e por tudo o que se torna.

Lei da Causa e Efeito

Tudo acontece por algum motivo. Para cada causa há um efeito, e, quer você saiba ou não, cada efeito foi gerado por uma ou várias causas. Não existem acidentes. Você pode conseguir tudo o que deseja na vida se decidir o que quer e fizer o que outros já fizeram para alcançar o mesmo resultado.

A lei da Mente

Todas as causas são geradas pela mente. Seus pensamentos se transformam na sua realidade. Seus pensamentos são criativos. Você se torna aquilo em que pensa. Pense continuamente sobre as coisas que você realmente quer e recuse-se a pensar naquilo que não quer.

A lei da Equivalência Mental

O mundo que o cerca é o equivalente físico do mundo que existe dentro de você. Sua principal tarefa na vida é criar em seu próprio interior o equivalente mental da vida que você quer ter. Imagine como seria sua vida ideal, em todos os aspectos. Mantenha esse pensamento até que ele se realize ao seu redor.

A lei da Relação Direta

Sua vida exterior é reflexo de sua vida interior. Há uma relação direta entre a maneira como você pensa e sente e o modo como você age e vive. Seus relacionamentos, sua saúde, prosperidade e posição social são imagens espelhadas de seu mundo interior.

A lei da crença

Aquilo em que você sinceramente acredita torna-se sua realidade. Você não acredita no que vê; você vê aquilo  em que já escolheu acreditar. É preciso identificar as crenças pessoais que impedem seu desenvolvimento e em seguida se livrar delas.

Agora, tudo depende de você e das suas escolhas.